Trocar de plataforma EDMS é uma das decisões mais sensíveis na gestão documental de engenharia. E o erro mais comum é tratar a migração como um problema de transferência de arquivos, quando na verdade é um problema de preservação de contexto.

O que realmente precisa migrar

Um documento de engenharia não é só o PDF ou o DWG. É o conjunto de metadados (disciplina, área, tipo, status), o histórico de revisões, os relacionamentos entre documentos e a trilha de aprovação. Uma migração que perde isso entrega arquivos, não um acervo gerenciável.

Os três riscos que descarrilam projetos

Na prática, o que atrasa uma migração são revisões e status mapeados incorretamente entre os modelos das duas plataformas, relacionamentos entre documentos que se perdem no caminho, e a ausência de um plano de validação que comprove que o destino reflete fielmente a origem.

Como reduzimos o risco

Trabalhamos com garantia de qualidade em cada etapa: mapeamento de metadados documentado, migração em lotes validados e relatórios de conferência que comprovam fidelidade entre origem e destino. O resultado é uma migração auditável — não um salto de fé.

Foi esse o cuidado no caso Petrobras em Accruent Meridian, com três fábricas de fertilizantes. Os cofres da FAFEN-BA e da FAFEN-SE foram restaurados no ambiente da ANSA, e os metadados e documentos dos dois cofres foram extraídos e entregues à Petrobras.

Está avaliando uma migração? Fale com um especialista.